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Hospedagem de Podcast

Como fazer um podcast

Guia Completo Passo A Passo Para 2020
prós, contras, valores e mais
⭐⭐⭐⭐⭐

Chama a atenção a maneira como os podcasts vêm se popularizando no Brasil e um guia sobre como fazer um podcast sempre é útil. 

Claro que primeiro há que se responder o que é um podcast. Os podcasts começaram como uma versão virtual dos programas de rádio para tornar-se algo com características próprias. 

Produções desse tipo começaram a ganhar popularidade nos Estados Unidos, por volta de 2004, quando ainda eram ouvidos por meio do iTunes, no auge das compras do iPod.

No entanto, foi a possibilidade de ouvir esses programas por meio de serviços de streaming, como o Spotify, que trouxeram o hábito de ouvir podcasts das margens de pequenas comunidades para dentro de uma infinidade de nichos de interesse.

A plataforma de áudios Deezer identificou um crescimento de 40% na audição de podcasts em 2018 no Brasil. Já o Spotify não revelou números brasileiros, mas sim um aumento global no número de ouvintes diários de 330% entre 2017 e 2018.

Assim como os demais tipos de produções e serviços dos meios digitais, traz enormes possibilidades de difusão e de liberdade de formato. E também de hospedagem de podcast, podendo colocar seu produto em diversos canais com facilidade.

Isso potencializa os pontos de interesse de um programa de rádio convencional e coloca nas mãos de virtualmente qualquer pessoa a realização.

Por Que Fazer Um Podcast?

Visibilidade, engajamento, criação de conexões, diálogo com pessoas de afinidades comuns. Essas são algumas das principais possibilidades trazidas pela criação de podcasts.

A capacidade de criar um podcast bem-feito e adequado a um determinado público é um ativo que pode impulsionar a vida de qualquer profissional, dando publicidade a seu trabalho e demonstrando seus conhecimentos.

O podcast tem origem no “rádio amador” digital e ainda acolhe muitos falantes interessados em discutir hobbies e amenidades. No entanto, se profissionaliza mais a cada dia que passa. 

Se a ideia lhe parece estranha, basta pensar no Instagram ou no Facebook há alguns anos e hoje em dia. As duas redes eram meros álbuns de família ou grupos de discussão abertos no meio digital. 

Os poucos usuários pioneiros atraíram mais usuários, depois grandes marcas e profissionais e as redes passaram a servir para propósitos maiores: organizar eventos, compartilhar campanhas… 

Hoje, Facebook e Instagram são os principais outdoors publicitários, pois atingem os públicos que se interessam precisamente pelo que é anunciado e permitem o retorno imediato de impressões ao anunciante. 

O podcast tem tudo para seguir essa trilha. A grande vantagem comparativa dele é permitir um aprofundamento maior e convidar à interação produtiva num mundo digital acostumado a estímulos instantâneos e imagens vazias.

Quem começa antes nessa “corrida do ouro” tem mais facilidade para se tornar referência num assunto, diferenciar-se e atrair público. Portanto, é bom começar logo a produção!

Como Fazer Um Podcast

A gravação de um podcast não é um bicho de sete cabeças, mas é um processo que deve obedecer a algumas etapas básicas, como hospedar seu podcast. Esse artigo traz o passo a passo de como fazer um podcast – comecemos pelo começo.

Primeiro Passo: Falar De Quê?

O primeiro passo é imprescindível para um profissional interessado em publicidade, alguém que quer muito contar histórias ou compartilhar sua opinião ou informações sobre um assunto: definir o tema.

Nesse momento, é bom se deixar guiar por duas linhas de pensamento:

  1. Sobre o que eu tenho interesse em falar?
  2. O que eu tenho a oferecer sobre esse assunto que seja original?

A primeira preocupação é a mais íntima. Geralmente, está no motivo pelo qual alguém começa um podcast. O que eu tenho a oferecer? O que me interessa? Essa é uma pesquisa que você deve conduzir de maneira introspectiva.

A segunda preocupação é um complemento relevante, que vai te ajudar a lapidar o diamante bruto da vontade numa pedra preciosa atraente para os outros

Para chegar à resposta para essa pergunta, você deve pesquisar o que as pessoas já criaram e quais as principais referências existentes sobre esse tema no mundo dos podcasts.

Um Pouco De Organização

A definição do tema é um primeiro passo bastante importante. O segundo passo é dar forma ao projeto, encontrando um formato de mídia.

O Formato: Como Falar

Encontrar um bom formato é essencial para o seu podcast. A regra principal é torná-lo interessante para o ouvinte.

O podcast é um formato de mídia relativamente livre, pois não se prende a limitações publicitárias ou de programação, como o rádio, e acompanha grande liberdade criativa – o limite é o gosto e a paciência do seu público-alvo.

Evidentemente, algumas coisas normalmente funcionam no atacado – atraem maior quantidade de ouvintes – melhor do que outras. 

Há dois critérios essenciais para definir a forma do programa. A primeira é o número de falantes. 

Número de integrantes

Podemos generalizar os podcasts em três tipos sob esse critério:

  • Programas de um falante
  • Diálogos e entrevistas
  • Mesas redondas

Cada um deles tem suas vantagens e desvantagens. Mais falantes provavelmente ocuparão mais tempo do que um monólogo, especialmente se o conteúdo for opinativo. 

Por outro lado, uma pessoa terá que se esforçar muito mais para deixar o programa dinâmico do que os participantes de uma mesa redonda.

Tenha em mente que, quanto mais pessoas participam de um programa, mais esforço será necessário para coordenar horários, engajamento com o trabalho e finalização do conteúdo para as gravações. 

Por outro lado, um grupo comprometido pode dividir os trabalhos e impulsionar o programa de diferentes maneiras. Definir isso já ajuda muito a responder a pergunta “como fazer um podcast?”

O tom do programa

A maneira com que se fala sobre um assunto pode ser tão ou mais importante do que o conteúdo em si. Se quisermos simplificar, podemos dividir as formas de falar de podcasts em três categorias

  • Programas informativos
  • Programas opinativos
  • Programas narrativos

A forma informativa está ligada à produção jornalística. Geralmente é mais objetiva, deixa um pouco do estilo ou da informalidade de lado para passar a informação. Um boletim de notícias é um exemplo dessa categoria.

Os programas opinativos também estão ligados ao jornalismo e ao entretenimento. Nesse tipo de programa, o ponto de vista, a personalidade e a interação entre os falantes são o destaque. Programas de discussão entre amadores sobre jogos são um exemplo de programa opinativo.

Os programas narrativos são aqueles em que não há diálogos entre apresentador ou com o público de maneira direta. Nesses casos, são usados artifícios para simular histórias, como efeitos sonoros, dramatização, vozes alteradas e música. Radionovelas e radiosséries são exemplos de podcast narrativo.

Essas três categorias não são “tipos puros”. Podcasts muitas vezes se beneficiam da mistura de tons para alcançar resultados originais – radiorreportagens com dramatização, mesas redondas informativas etc.

Formal ou informal?

A definição de um tom predominante entre os três citados ajudará a decidir a maneira de tratar do assunto escolhido – mais ou menos formal, mais ou menos sério, mais ou menos breve.

Alguns temas parecem indicar o caminho naturalmente. Não é uma regra, mas um podcast sobre endocrinopediatria tende a ser mais formal e sério do que um programa sobre a segunda divisão do Campeonato Brasileiro de futebol, por exemplo. 

Mas às vezes o diferencial pode ser justamente romper com os padrões e oferecer algo novo. Depende do cenário que o criador enxergar na pesquisa do “mercado” de programas.

O Formato: Quanto Falar 

Essa costuma ser uma dificuldade imensa para criadores de podcast. Vale a pena gravar um programa de uma hora e meia, interessantíssimo, se ninguém vai ouvi-lo? 

Não, né? Ou um programa de um minuto que não custa nada ouvir, mas que traz um conteúdo complexo discutido de maneira rasa? Também não. Ao menos, em princípio.

Não existe resposta fácil para como (e quanto) falar num podcast. Você pode formular um formato inicial que pareça razoável e ir modificando o programa conforme receba opiniões da audiência. 

Aliás, a interatividade – e a rapidez com que essa resposta do público vem – é um dos grandes diferenciais dos formatos digitais. 

Um programa pode ser “reformado” seriamente, a depender da resposta dada pelos ouvintes.

Periodicidade

Esse é mais um fator da produção do programa que deverá equilibrar suas capacidades e as expectativas dos ouvintes. 

Você vai querer terminar algo que começa, portanto vale a pena ser honesto consigo mesmo na hora de planejar com que frequência será capaz de gravar, editar e publicar um programa bem-acabado. 

A periodicidade também está ligada aos temas e ao tom do programa. É um programa informativo ou ligado a atualidades? Se sim, não faz muito sentido ter grandes intervalos entre episódios. 

O assunto é menos urgente? Possivelmente não é uma boa fazer um boletim diário sobre ele.

Sugestão de planejamento

Depois de levar o tema e o tom em consideração, experimente fazer um calendário de criação: liste as principais datas e eventos relacionados ao seu tema e coteje com um calendário. 

Isso não apenas ajuda na organização das datas e na definição da quantidade ideal de programas a criar, mas também traz ideias de assuntos para pautar a rotina de gravações. 

Se for chamar entrevistados, é um bom jeito de coordenar quando chamar cada um deles. Você pode usar um serviço como o Acuity Scheduling para revelar aos entrevistados suas horas livres e deixar com que eles marquem um horário comum ideal.

Devo Comprar Equipamento?

A qualidade técnica é um aspecto essencial do podcast. Gravar o áudio num estúdio é a escolha ideal. Como essa opção geralmente é cara demais, a compra de um microfone é uma alternativa recomendável.

No entanto, você precisa pesquisar um pouco para não se estrepar. Por exemplo: há microfones com entradas USB e outros sem (XLR). 

Para os XLR, você provavelmente precisará também ter uma mesa de som ou adaptador de algum tipo – consequentemente, um gasto adicional.

Os microfones USB têm a vantagem de poderem ser ligados diretamente à placa de áudio do computador – mas verifique se é compatível com seu sistema antes de comprar… Você pode ler mais aqui sobre tipos de microfone.

Microfones de celular e gravadores

Uma outra possibilidade são os gravadores de mesa ou embutidos em celular. A desvantagem dessas opções é que não são microfone direcionais, captam os sons do ambiente. 

Mas, se você conseguir direcionar um celular com um bom gravador (como um iPhone moderno) ou usar o microfone de fones de ouvido em combinação, a qualidade técnica resultante pode ser adequada.

A Produção

Passada a etapa de planejamento, os fatores a seguir merecem consideração para a produção concreta do programa.

O Fator Plástico

A plástica dos podcasts é a parte estética da produção. Muita gente ignora a existência da plástica ou a menospreza, porém ela é fundamental para o sucesso do programa e para se comunicar com o ouvinte.

A pesquisa de elementos plásticos precede a gravação do programa e deve ser criteriosa. 

Trilhas brancas

Para evitar problemas com recolhimento de direitos autorais, muitos criadores de podcast recorrem às trilhas brancas – músicas com uso de propriedade intelectual irrestrito.

Devido ao grande número de programas sendo criados, as trilhas brancas viraram commodities relativamente fáceis de se encontrar na internet. Existe uma vasta quantidade de bancos de sons e trilhas, criados especificamente para suprir criadores digitais. 

O estúdio de criação do YouTube é uma fonte bastante útil de trilhas, pois oferece filtros de “humor” e de gênero musical das peças em questão. Também é frequentemente atualizado com novas faixas.

Além do YouTube, há alguns bons outros bancos de áudio interessantes para começar a pesquisa: Free Stock Music (grátis), Pond5 e Melody Loops (pagos).

Outra boa opção para encontrar músicas para o podcast é procurar diretamente em sites de divulgação musical, como Soundcloud, Bandcamp, Newgrounds ou alguma comunidade do Reddit

Muitos artistas excelentes usam essas plataformas para expor seus trabalhos e ficarão bastante contentes em fazer alguma colaboração ou ceder o uso de suas músicas para receber exposição em um podcast.

Se quiser algo sob medida, pode contratar os serviços de algum compositor pelo VintePila, Fiverr ou Upwork.

Por fim, você pode optar por pagar o direito de uso de músicas famosas para usar no programa se o bolso permitir – ou usar sem pedir para fins não-comerciais, a depender da licença de uso das músicas.

Sonoplastia

O rádio é um meio de comunicação bastante rico porque, na ausência de imagens, tem grande espaço para estimular a imaginação por meio de diferentes sons. Talvez o maior exemplo disso seja o sucesso das radionovelas na década de 1940.

De volta para o presente: você não precisa ser produtor de uma radionovela para usar sonoplastia (efeitos sonoros) em um podcast. 

Sons de animais, máquinas ou até mesmo citações breves de programas de TV ou memes são elementos comuns em muitos podcasts mais ou menos sérios. A sonoplastia pode servir tanto como elemento de quebra de expectativas (breve, divertida) ou até como elemento narrativo.

O uso desses sons varia conforme a produção, e elas também podem ser encontradas em bancos de som – ou produzidas em casa, conforme a capacidade.

Algumas boas fontes de sonoplastia são: Freesound, Zapsplat, Soundbible e freeSFX – todos gratuitos. 

Vinhetas

As vinhetas combinam fala, música e efeitos sonoros e podem indicar a abertura e o fechamento do programa, além de segmentos dele e outras informações dignas de realce.

São elementos “manufaturados”: devem ser editados e estar prontos antes da gravação. Você deve dedicar tempo pensando exatamente qual o estilo das músicas e o tom da fala das vinhetas, pois elas comunicam sinteticamente a “cara” do podcast.

Por isso, considere contratar uma locução profissional para as vinhetas principais. É a sua reputação que está em jogo.

Primeira Gravação

Tendo comprado ou não equipamento para captar áudio, você vai querer seguir o seguinte princípio: grave num lugar adequado.

Parece uma estupidez bater nesse ponto, mas um lugar com boa acústica faz toda a diferença no resultado final. Mais importante ainda, grave num lugar silencioso. Vá a uma sala vazia. Afaste os cães e feche as janelas e portas. 

A menos que seja uma gravação ao vivo ou seja impossível controlar o ambiente, tomar esses cuidados não custa nada e os ouvidos do público agradecem.

Pauta

Os melhores programas de rádio não são os espontâneos – são aqueles solidamente estruturados e que, ainda assim, fazem tudo parecer espontâneo.

A pauta é essencial para servir de referência na gravação. Idealmente, deve conter tanto as falas quanto as entradas de música e vinhetas. O diretor pensa e roteiriza um bom filme antes de filmá-lo. O mesmo serve para um podcast.

Claro, se a sua ideia for rádio experimental, fique à vontade para abrir mão da pauta. Mas o público pode abrir mão de ouvi-lo…

Programas para gravação

Para usuários de Mac, GarageBand e QuickTime são opções nativas grátis, boas e fáceis de operar. Para usuários de PC, Audacity e OceanAudio são boas opções gratuitas.

Outros programas excelentes de edição de áudio (pagos) são Ableton, Adobe Audition e Sony Vegas.

Neste momento, grave sem medo de errar. Se errar, basta interromper e recomeçar a frase errada. A edição está aí para corrigir isso.

Hora Da Edição

Do ponto de vista criativo, não tem muito o que inventar na hora da edição. A pauta será o guia para o corte rápido do programa. 

O bom senso ajuda a dizer o que faz sentido publicar e o que é uma discussão inútil; ou o que era imprevisto e ficou ótimo na gravação, por exemplo. Muito subjetivo.

Do ponto de vista técnico, há diversos programas de edição sonora para dar forma a um podcast. Todos os programas citados para gravação também são editores de áudio muito bons.

Como Publicar Um Podcast

Chegou a hora de jogar o podcast na rede. Se você tem um site pessoal, poderá encontrar uma ferramenta para tocar o podcast na página. Se o seu site for WordPress, há bons plugins com essa finalidade. 

Mas, se você não tiver um site, pode usar serviços de hospedagem para podcasts. 

Há uma grande variedade deles. Alguns permitem apenas colocar o áudio online e disponível para reprodução. É o caso do Mixcloud, que é gratuito.

Outros trazem mais ferramentas, como medidores de audiência, de quanto se ouve em média do programa e outras utilidades ótimas para coordenar mudanças e adaptações no programa. 

O Buzzsprout e o Libsyn são boas opções de plataforma mais complexas. Ambos são pagos, mas o Libsyn tem o preço mais reduzido (a partir de US$5 ao mês).

É importante ter um serviço de hospedagem para podcasts porque ele ajuda a padronizar as informações (tema, título, nome de programa) de acordo com as normas de cada plataforma para audição de podcasts. 

Sem a padronização dessas informações, será impossível encontrá-los por meio da busca!

A “Venda”

O trabalho de “vender o peixe” é fundamental para fazer o podcast se destacar entre milhares de episódios diários. Como fazer a promoção?

Indexadores

Como antecipamos no começo do artigo, hoje há muitos indexadores de podcasts para streaming. São as plataformas em que as pessoas têm ouvido os programas. Os mais populares são: 

  • Spotify, 
  • Apple Podcasts/iTunes
  • Google Podcasts
  • Deezer, 
  • Tune-In
  • YouTube – é uma plataforma de vídeo, mas está se convertendo numa opção também para ouvir programas e música.

Se você publicar em alguns ou em todos esses indexadores, terá grande chance de ser ouvido. 

Antigamente, as pessoas contavam apenas com o feed RSS (notificação de atualizações de sites) para avisar que um programa novo estava no ar. Hoje, as plataformas são desenhadas para ter mais interatividade, facilitando a difusão do conteúdo.

Hora de gargantear

O programa está no ar. Mas não basta colocá-los no mundo. A audiência virá conforme você promova ativamente seu produto!

  • Promoção paga

Suas redes sociais são um bom primeiro passo para a promoção. Se seu objetivo com o podcast for profissional, talvez compense mesmo separar algum dinheiro para impulsionar o conteúdo no Facebook ou no Instagram.

  • Comunidades

Você pode buscar no Facebook ou no Reddit por grupos relacionados ao tema do programa e recomendar aos usuários que discutem por lá. Trata-se de falar a coisa certa ao público certo.

  • Automação

Além disso, alguns serviços de hospedagem já permitem criar amostras do programa e publicá-las em redes sociais como chamariz. É o caso do Buzzsprout.

  • Blogs 

Produzir textos relacionados aos temas do podcast pode servir de “gancho”, levando o leitor interessado na leitura até o programa gravado. Você pode cria-lo em plataformas grátis como o Medium ou abrir um blog, se tiver um site próprio – ou ambos.

Essa opção é especialmente interessante para quem publica o podcast num site próprio porque o programa pode ficar popular e gerar mais visitas ao seu site.

  • Marketing por e-mail

Um boletim (newsletter) é uma maneira pontual de chamar atenção das pessoas, diretamente nas caixas de e-mails delas. 

Eles podem ser redigidos em tópicos e ter o envio automatizado com ferramentas como o Mailchimp ou o TinyLetter – é um meio de promoção que pode ser muito rápido e barato.

O lado negativo do marketing por e-mail é que ele pode ser entendido como spam por muitos. Por isso, é interessante que você só envie as mensagens a quem tem interesse – e pode criar o interesse por meio de chamadas no seu site. 

Oferecer um e-book, aulas ou outras vantagens grátis cobrando apenas a inscrição é uma tática bastante comum de arrebanhar destinatários.

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